Ao amigo J. M.
Em mãos
Caríssimo J.M, devolvo-lhe a biografia do Maluco Beleza. Não diga que a canção está perdida. Você foi muito gentil ao me emprestá-la, sobretudo sabendo do meu apreço pelo baiano arretado, baiano de Quenguenhém, oito horas de mula, doze de trem. Meu filho, inclusive, tem o nome em homenagem ao pai do rock brasileiro.