Em 2022, torci pelo Messi, na final contra a França. Considero-o um dos melhores do mundo nos últimos trinta anos, pouco abaixo do Ronaldinho Gaúcho, de modo que o título máximo do futebol lhe cairia bem. Zico, Sócrates e Falcão, que pena, não tiveram esse privilégio. Mas agora, em 2026, me regalei com o título dos espanhóis. Jogaram limpo. Na bola. Tic toc refinado.