Fiz grandes amigos, inesquecíveis amigos. Fraternais amigos. Um deles, o
Zé Roberto, que se despediu desse mundo ao som de My Way, na magistral interpretação de Frank Sinatra. Uma das minhas
músicas preferidas, entre as melhores de todos os tempos, sobretudo na voz de
Sinatra – nem mesmo a emocionada gravação de Elvis Presley é capaz de superá-la.
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Despretensiosos e singelos: é assim que vejo minhas crônicas e meus contos. As crônicas retratam pedaços da minha vida; ora são partes da ...
terça-feira, 18 de junho de 2019
sexta-feira, 31 de maio de 2019
Crônica - Padres, freis e freiras
Miguel Hidalgo y Costilla
era acadêmico, estudioso do iluminismo e defensor dos pobres e
explorados. Ordenou-se padre da igreja católica e participou ativamente da
guerra travada contra os colonizadores espanhóis. Liderou grande parte do
exército mexicano na luta pela Independência do seu povo.
quarta-feira, 8 de maio de 2019
Crônica - Canto de liberdade
Canto Lunar é uma linda canção, com inspirada
letra de Denise Emmer, poetisa carioca. Cantada magistralmente pelo Grupo
Tarancón, é melhor ainda. Fala da lua. Oh! Lua, que navega serena; que corre
apaixonada. Lua que é das princesas; que é dos carroceiros, que é dos catadores.
E também dos prisioneiros. Lua que é da cidade, que é da humanidade, que é de quem quiser.
segunda-feira, 29 de abril de 2019
Conto - Reconhecimento
Esperava paciente há umas duas horas, aproximadamente. Na sala branca,
acarpetada, eu e mais alguns poucos, todos homens de meia idade, agasalhados,
ocupávamos os já gastos sofás de couro,
outrora mobiliário fino. Sons de máquina de escrever, vindos de muito longe,
era apenas o que se ouvia.
sábado, 13 de abril de 2019
Crônica - Céu de estrelas
Jack Dempsey, norte-americano, caiu com um potente soco que levou no
queixo. Quem conta é Martín Kohan, em Segundos
fora, da Companhia das Letras: caiu em câmera lenta, com o corpo projetado
para trás. Seus olhos foram se fechando durante a longa e demorada queda, mas
ainda teve tempo de ver que caia por entre as cordas do ringue: estatelou-se no
chão duro e frio do ginásio Polo Grounds, de Nova Iorque, na remota noite de 14
de setembro de 1923.
domingo, 24 de março de 2019
Crônica - O céu do apátrida
O magistral e excêntrico Wilhelm Steinitz não era do meu tempo: só o conheço pelas histórias que ouço e leio. Nasceu em 1836, em Praga, ainda sob a bandeira do Império Austro-húngaro, e se interessou pelo xadrez apenas aos 23 anos de idade – caso raro em meio à precocidade dos grandes campeões. Steinitz foi oficialmente reconhecido como o primeiro campeão mundial de xadrez quando, no ano de 1886, derrotou o polonês Johannes Zukertot no jogo final de um grande torneio que reuniu os melhores enxadristas então conhecidos.
sexta-feira, 8 de março de 2019
Crônica - O céu da pátria
Um cidadão sem grandes ambições mudou a história
mundial ao disparar um tiro certeiro contra o então sucessor do Império
Austro-húngaro: o sérvio Gavrilo Princip matava, em junho de 1914, na cidade de
Sarajevo, capital da atual Bósnia e Herzegovina, o arquiduque Francisco
Ferdinando. Foi o primeiro disparo, aquele que iniciou a Primeira Grande Guerra
Mundial.
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