Em 2022, torci pelo Messi, na final contra a França. Considero-o um dos melhores do mundo nos últimos trinta anos, pouco abaixo do Ronaldinho Gaúcho, de modo que o título máximo do futebol lhe cairia bem. Zico, Sócrates e Falcão, que pena, não tiveram esse privilégio. Mas agora, em 2026, me regalei com o título dos espanhóis. Jogaram limpo. Na bola. Tic toc refinado.
Homofóbicos, misóginos e
preconceituosos, bem sei, estão por toda parte, assim como por toda parte estão
também os que têm aversão aos pobres. Aporofobia. Racistas, é bem verdade, todos são.
Inclusive o nosso povo, que se regozija com os nazifascistas, expoentes máximos
das reações desumanas e criminosas. Estes ainda recebem nas expressivas
votações nas urnas eleitorais.
Dentro dos gramados, é por demais irritante ver o jogo sujo dos portenhos: ameaças físicas e coação aos árbitros, faltas violentas e atos de deslealdade contra os adversários. É o que mais se vê na duvidosa arte deles. Chegam com facilidade às vias de fato contra o vencedor, na cara dura e mão na cara. Exatamente como o que ocorreu no final do jogo de hoje.
Não aceitam a derrota, coisa própria dos truculentos e antidemocráticos. Festejam até hoje la mano de Dios, sem nenhum pudor. Se vangloriam da água batizada que ofereceram para o Branco, na copa de 1990. Água com tranquilizante, segundo disse o próprio Maradona, às gargalhadas.
Tenho visto algumas expressões para
essas coisas. Dirty play, me parece, é uma delas.
Sujeiras, sujeiras, sujeiras. Torcer
para esse tipo de gente, jamais. Nem lá e nem cá.
Na merecem nenhuma admiração
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